A Morte do Social Media: não resuma a relação comercial em propostas frias
A Morte do Social Media: não resuma a relação comercial em propostas frias

A Morte do Social Media: não resuma a relação comercial em propostas frias

A edição de hoje, vai complementar um dos conteúdos já abordados por aqui, sobre os principais erros cometidos ao precificar um projeto digital. Enten...

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A edição de hoje, vai complementar um dos conteúdos já abordados por aqui, sobre os principais erros cometidos ao precificar um projeto digital. Entenda projeto digital toda ação planejada, com início, meio e fim, no ambiente digital.

Assista o episódio.

O episódio é uma espécie de resposta ao Ramon, que mandou uma dúvida para o blog, via inbox, e que fiz questão de trazer para essa série, pois tem muito a ver.

Quais são os passos ideias para enviar uma proposta de serviços, uma proposta comercial quando estou iniciando um negócio próprio, seja como agência ou como freelancer.

Achei muito bacana o Ramon ter exposto a dúvida dele com tanta clareza, pois conheço pessoas que não teriam a humildade de apresentar tão dúvida, visto que, como já disse por aqui, a humildade não é o forte do mercado digital.

A dúvida parece muito básica, mas vejo muitas pessoas cometendo erros grotescos. Erros que, inclusive eu mesmo já cometi e, por isso, estou aqui dedicando um tempinho para tentar dar uma direção mais sensata para o Ramon e para quem ainda sustenta esse tipo de dúvida.

No vídeo, explico um pouco melhor sobre a dúvida, no texto, gostarias apenas de levantar dois pontos que considero mais relevantes:

Evite propostas frias e sem contexto estratégico envolvido

Nunca envie uma proposta engessada: você não trabalha com produto. Você não vende banana.

Você precisa entender quais são as necessidades da empresa interessada nos seus serviços e, só depois, parar para desenvolver um escopo, preferencialmente em horas e demandas, sobre o que você vai executar.

Sou contra usar tabelas. Existe uma série de fatores que podem diferir a proposta de um profissional do outro. Desde tempo de experiência até mesmo o números de pessoas necessárias para tal operação.

Resumindo: sou contra tabelas um trabalho que tem no cerne a inteligência e a criatividade.

Sou do princípio de que se você não sabe quanto cobrar, não sabe o que está fazendo. Por isso não uso tabelas e ferramentas para isso.

A relação, por enquanto, será estabelecida com um ser humano

E o segundo ponto importante que devemos considerar antes de simplesmente enviar uma proposta é entender que independente do tamanho da empresa, você está estará, sempre, sem exceções (pelo menos por enquanto) uma relação comercial com uma pessoa, não com uma máquina.

Mesmo que os números importem – e muito – dentro de uma relação comercial na profissão de gestor de mídias sociais e Marketing Digital, se você simplesmente envia uma proposta pro seu prospect, é muito mais fácil ele recusar, ou não ver nenhum valor na sua proposta.

Por isso, sempre recomendo que haja, no mínimo, uma reunião (seja online ou presencial) para entendimento e apresentação “formal” das partes envolvidas.

Estou há pouco mais de 8 anos como sócio de agência, antendendo PMEs, e sei muito bem o peso que uma boa apresentação tem em uma relação comercial.

Espero que tenham gostado das dicas e insights e até o próximo conteúdo. 😉

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