Social Media: só Facebook Marketing não é o ideal
A Morte do Social Media: só Facebook Marketing não é o ideal

A Morte do Social Media: só Facebook Marketing não é o ideal

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Depois de 9 episódios, apresentando várias das principais características e comportamentos equivocados do profissional de mídias sociais, não poderia deixar de finalizar a série com um dos erros que, na minha opinião, chega a ser grotesco: não enxergar o ambiente digital como ambiente macro de redes e conexões segmentadas.

Tudo é Facebook? Não. Ele merece prioridade? Talvez, sim. Talvez, não. Apenas o profissional envolvido no planejamento vai poder identificar qual a melhor rede para atuar, e como dividir os esforços sem perder oportunidades.

Assista o episódio e, se tiver um tempinho, leia o texto complementar.


Social Media: não cave a própria cova.

Se você não quer entrar pra turma que já está cavando a própria cova no mercado digital, a dica é simples, mas vai exigir, como em toda profissão, maturidade para estudar mais do que o pessoal preso na caixinha azul: pensar nas estratégias e no planejamento de  marketing digital e nas mídias sociais como um macroambiente de conexões sociais.

Pensar nas pessoas.

Sim, “pensar nas pessoas” isso é tão clichê quando falar de personas no Marketing de Conteúdo, mas, necessário.

No vídeo, explico um pouco melhor sobre como pensar no ambiente como um todo e cito algumas vantagens. No entanto, uma coisa eu te garanto, o fato de você ter essa percepção, sem dúvidas, vai te diferenciar no mercado de mídias sociais.

Enquanto a maioria está obcecada com cada troca ícone e, algumas notícias nem tão relevantes que o Facebook faz na sua plataforma, existem profissionais realmente estão se dedicando e explorando o campo mídias sociais como deve: como ambiente de relações sociais. O tal do macro ambiente social online.

Jon Steel, resume o que eu estou dizendo de maneira brilhante, quando diz que o Planejamento precisa criar conexões com as pessoas, no entanto, não com várias, com cada indivíduo, para que traga, além de resultadas para o seu cliente, uma solução real para uma pessoa de verdade, não para um “usuário”. Já disse por aqui:

Se você trata uma pessoa como lead, termo bastante usado no mercado, aceita a possibilidade de ter a sua marca jogada na lixeira com apenas um clique.

Quando Jon Steel diz sobre não pensar em massas, ilustra muito bem a importância de  como o entendimento do ambiente digital como um “macro-ambiente” possível de conexões de pessoas e nichos é o caminho assertivo.

Ou, talvez, o caminho mais estratégico.

Explore o ambiente como na vida real. Explore comportamentos e culturas.

Eu sei que o Facebook tem uma gama de segmentações que nos permitem explorar e encontrar os mais diversos tipos de pessoas e suas características, gostos e comportamentos. Mas, não se prenda a isso.

Pra resumir, com uma analogia bem barata e direta: quando você só frequenta um único lugar, durante muito tempo, está perdendo a oportunidade de conhecer outras pessoas,  ambientes, culturas, costumes e, falando em conexões em rede: nichos mercadológicos.

Planejem estratégias para pessoas em ambientes, não para usuários em plataformas.

Bom, eu vou ficando por aqui. Espero que você tenha gostado dessa série, obrigado pela atenção e até o próximo conteúdo.

Ah, fica de olho na página do Joga o Job no Facebook que teremos uma Live de encerramento para conversarmos sobre tudo que foi dito nos 10 videos.

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