A Morte do Social Media: Networking não é consultoria
A Morte do Social Media: Networking não é consultoria

A Morte do Social Media: Networking não é consultoria

Comportamento. Sim, vou falar novamente sobre comportamento. Talvez este seja complementar ao comportamento abordado no episódio passado. Não confunda...

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Comportamento. Sim, vou falar novamente sobre comportamento. Talvez este seja complementar ao comportamento abordado no episódio passado.

Não confunda networking com consultoria. Saber se posicionar como profissional nas redes sociais em que você atua é essencial.

Assista o episódio.


Quando você solicita acesso a um grupo no Facebook ou em outra rede social, você precisa entender que, mesmo não existindo “regras padrões”, você precisa colocar, SEMPRE, o bom senso na frente da vontade de aprender.

Não confunda grupos no Facebook com o Google. Se você trabalha com comunicação digital nas mídias sociais, precisa entender que uma das funções da profissão é a pesquisa.

É claro que existem vários profissionais dispostos a ajudar, a maioria dos grupos tem essa finalidade: a troca de experiência profissionais.  

No entanto, vamos ter bom senso e entender que networking não é consultoria. Hoje em dia é bastante simples você conseguir ajuda e conteúdos direto da fonte, que não justifica você usar um grupo, a não ser que seja a proposta do grupo, para tentar solucionar questões que você mesmo pode solucionar se se esforçar um pouco mais.

Dedicar um tempo estudar e pesquisar. Se, por fim, você não encontrar, peça AJUDA, não peça que a pessoa faça o seu trabalho.

Sei que parece um pouco radical da minha parte, mas a ideia deste conteúdo é apenas pedir que você reflita se, sempre que surgir uma dúvida, você precisa correr atrás de ajuda em grupos, ou se você pode resolver sozinho.

O perfil do profissional de comunicação digital precisa ser um perfil curioso. Como disse, a pesquisa é uma das funções básicas de um profissional de mídias sociais.

Tá! Agora você deve estar pensando “Mas os grupos são excelentes fontes de pesquisa”. Sim, concordo. Mas, repita: saiba usá-los com moderação e, principalmente, não confunda networking com consultoria gratuita.

Eu, sempre que posso, tento ajuda. Mas tem gente que, sinceramente, não vai atrás de conteúdo que solucione um problema dela, vai atrás de alguém que faça o trabalho dela.

Se eu tenho uma dica valiosa para você, essa dica é simples: Busque em primeiro lugar nas fontes originais. Seguindo, pesquise no Google em fontes e profissionais relevantes da área.

E, por último, se for pedir ajuda em grupos, veja se você já se esforçou o bastante para tentar solucionar o seu problema.

Caso a solução seja pedir ajuda para a comunidade, tenha bom senso. Apresente se antes do problema e, depois, explique o porque você precisa da ajuda e em qual situação se encontra o seu problema.

Vamos dialogar mais e parar de usá-los como Google. 🙂


Espero que você tenha gostado e até o próximo conteúdo.

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