Planejamento de Conteúdo para Facebook: o que realmente importa?

Planejamento de Conteúdo para Facebook: o que realmente importa?

O primeiro erro do profissional que trabalha com produção e planejamento de conteúdo para Facebook é a preocupação demasiada, APENAS com o engajamento

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O primeiro erro do profissional que trabalha com produção e planejamento de conteúdo para Facebook é a preocupação demasiada, APENAS com o engajamento, visando os 3 indicadores básicos que a rede disponibiliza como retorno de sucesso de uma estratégia.

Mesmo entendendo a importância “técnica” de se ter um engajamento focado nas curtidas, comentários e compartilhamentos; vide algoritmo de entrega de conteúdo, o profissional não pode, simplesmente, ignorar as outras métricas disponíveis pela plataforma.

Vale, também, uma atenção nas métricas que a plataforma não disponibiliza. Ou, como vamos chamar por aqui, no momento, nas métricas invisíveis.

Métricas invisíveis no Planejamento de Conteúdo para Facebook

planejamento-de-conteudo-persona

Não precisa procurar no Google sobre métricas invisíveis, esse termo não é muito usado. Ou melhor, não é usado, creio eu.

Na verdade, eu acabei de inventar para explicar que, se você trabalha com planejamento de conteúdo no Facebook, vai precisar de uma visão mais estratégica e menos engessada no que ele te entrega.

Como assim?

Um exemplo para ilustrar uma métrica invisível é, por exemplo, quando falamos do famoso teste A/B para entender melhor sobre a eficácia na entrega do seu conteúdo para o usuário. O teste A/B é invisível até que você consiga enxergar um padrão para mensurar um determinado comportamento da sua audiência/usuário.

Tá, mas por quê isso é uma “métrica invisível”?

Percebam que eu disse que a entrega é feita para o usuário, focando um padrão de comportamento, e não para a rede. Não foquei o meu esforço criativo para entender como a rede ou algoritmo funciona, pra depois pensar em conteúdo; coloquei quem realmente importa, em primeiro lugar: a pessoa. Pessoa. Nem usuário, nem público alvo. A pessoa.

Pessoa, usuário e público alvo no Planejamento de Conteúdo

personas

Se você for sagaz, vai começar o seu planejamento de conteúdo, entendendo que você precisa despertar emoções em pessoas. Não em usuários e, nem muito menos em público alvo.

Eles são importantes, mas vamos isolá-los por enquanto.

Investir os seu esforços iniciais no “usuário”, como foco de uma estratégia de conteúdo no planejamento, a tendência é que, imperceptivelmente, você ignore qualquer gatinho social que vá efetivar a ação da pessoa sobre a sua narrativa. Sobre o seu contexto.

Sobre a história que a sua linha do tempo se dispôs a contar. Chama linha do tempo não é à toa, OK?

Se você focar, logo no início, no “usuário”, tende a priorizar a plataforma e ignorar a “pessoa” por trás do cadastro.

Se focar no “público alvo”, tende a direcionar suas estratégias muito nos objetivos de Marketing que o seu planejamento de conteúdo precisa alcançar. E, como disse alguns parágrafos acima, antes de vender, o seu planejamento de conteúdo precisa despertar emoção.

Estudar personas, dentro de um planejamento de conteúdo, por exemplo, é um excelente exercício de compreensão dessa “métricas invisível” chamada emoção.

No entanto, cuidado, é importante entender sobre os tipos de personas para cada objetivo, e, que elas, muitas vezes, são aplicados em conceitos mais amplos. Para que a definição de personas seja de fato eficaz no seu planejamento de conteúdo, você vai precisar criar ramificações dos objetivos definidos dentro dos seus argumentos de comunicação. Esse assunto fica para um próximo conteúdo.

Argumento e narrativa dentro do planejamento de conteúdo para Facebook

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Se você chegou até aqui, gostaria de concluir que, métrica invisível foi apenas um termo que tomei a liberdade de criar para ilustrar o fato de que em todo planejamento de conteúdo existem características peculiares que são pautadas por um indicador chave mestre: a emoção.

IMPORTANTE: Imagens de gatinhos são ótimas para despertar emoções, no entanto, evite-as. Use apenas se você vende produtos para eles. Caso contrário, a função do gatilho será dar um tiro no seu próprio pé.

A melhor maneira de conseguir entender como ter sucesso, e despertar a emoção na pessoa que recebe o seu conteúdo, é priorizar argumentos condizentes no seu planejamento de conteúdo, não apenas com uma narrativa focada em recursos disponíveis na plataforma, mas sim na linha do tempo e na história que o seu conteúdo vai contar.

Como costumo dizer: a melhor definição de uma boa estratégia de marketing de conteúdo, começa quando colocamos o conteúdo na frente do marketing, a pessoa na frente do usuário e o ambiente na frente da plataforma.

Eu vou ficando por aqui, muito obrigado pela sua atenção e até o próximo post. 😉

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