O Marketing de Conteúdo e a Geração Info-profissional

O Marketing de Conteúdo e a Geração Info-profissional

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Depois de conhecer melhor as personas com as quais vamos conversar na nossa estratégia de Marketing de conteúdo, e, dando sequência aos posts relacionados ao tema, vou continuar o raciocínio sobre a importância de um planejamento maduro dentro da estratégia de comunicação da sua marca, com um assunto que me preocupa bastante, e que se repete TODOS os anos: os famosos infográficos de “melhores horários” para se postar nas mídias sociais. Desconsideraremos conteúdos pagos para seguir com o raciocínio.

O erro da maioria já começa por aí: diminuir a Mídia Social a ponto de unificar os melhores horários independente da plataforma ou mercado de atuação.

Entendo que existem pesquisas por trás dos infográficos e que sim, existe um fundo de verdade nos números. Não é minha intenção aqui desmerecer esse tipo de conteúdo.

Mas, não vamos generalizar. Se faltar bom senso, isso pode ser perigoso tanto para o profissional que trabalha com gestão de conteúdo quanto para o gestor da empresa que contrata  um, carinhosamente apelidado por mim, info-profissional. Perfil característico de uma geração cada vez mais apressada e sem filtro no que consome.

Estão confundindo informação com conhecimento.

Qual o risco que o empresário corre ao contratar um profissional desses?

Eu mesmo já recebi questionamento de cliente, seguido de links desse tipo de infográfico, querendo saber porque o meu planejamento de conteúdo não batia com os “”melhores horários” do infográfico.

Pela confiança a mim concebida, não foi uma tarefa difícil explicar sobre a ineficácia daqueles dados que ele havia me mandado. No fim ele, o cliente, entendeu que cada mercado é composto por um segmento diferente, por pessoas diferentes e por comportamentos peculiares. Não existe o famoso melhor horário, existe o horário certo, baseado no monitoramento do meio em que você se propôs atuar e a análise de uma série de fatores dentro da comunicação como um todo.

O desenvolvimento da sua buyer persona, como vimos aqui, por exemplo, já é o primeiro passo pra você entender bem o quão ineficaz pode ser, trabalhar de forma tão ampla, a ponto de considerar a “Mídia Social” como uma única plataforma, ignorando o que mais importa dentro do topo de qualquer filtro que tenha como foco conversar com o seu público.

Não dá pra trabalhar com conteúdo sem definir uma metodologia de pesquisa madura e focada no seu objetivo.

Não é tão complicado levantar os seus melhores – e certos –  horários; testes e mais testes fazem parte do processo. Procurem ferramentas especializadas, existe no mercado uma gama de boas empresas pipocando soluções inteligentes para o profissional de Mídias Sociais e que podem atender perfeitamente a sua necessidade.

Outra dica simples e que pode estar disponível “gratuita”: veja se a rede social que você está atuando não disponibiliza um analytics próprio (as principais hoje em dia têm) e estude o seu público começando dali.

Não é fácil e demanda tempo e dedicação diária. Mas, se você não tem paciência e prefere tomar como verdade absoluta os “melhores horários”, pode ser que Marketing de Conteúdo não seja a sua praia. Essa é uma opinião bastante particular, com algumas pitadas de verdade, que tenho observado em alguns novos profissionais.

Esse conteúdo serviu para complementar o primeiro post que falei um pouco de definição de personas, Persona, RPG e Marketing de Conteúdo.”

COMMENTS

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    Cara! Muito bom texto, meus parabéns! (:

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