Mídias Sociais: compreenda o contexto de linha do tempo na produção de conteúdo

Mídias Sociais: compreenda o contexto de linha do tempo na produção de conteúdo

Você trabalha com planejamento e produção de conteúdo? Então, esse conteúdo pode te interessar. Este será um conteúdo para despertar algumas reflexõ

Marketing de Conteúdo: dicas para um plano editorial de sucesso
7 descobertas no trimestre sobre social media
A escrita persuasiva encurta a distância com o leitor


Você trabalha com planejamento e produção de conteúdo? Então, esse conteúdo pode te interessar. Este será um conteúdo para despertar algumas reflexões sobre ambiente digital, linha do tempo, contexto e objetivo comercial estratégico usando o storytelling.

Confira o vídeo abaixo e, se tiver um tempinho, leia também o texto complementar.

Este tema, sem sombra de dúvidas, gera um assunto que renderia um livro. No entanto, preciso alertá-lo que não é um assunto que você vai e simplesmente resolve aplicar, senta e aplica.

Existe um nível de maturidade envolvida. E é deste nível que quero falar por aqui que, nós, profissionais de comunicação digital, devemos nos atentar.

Percebo que muitas pessoas compreendem os conceitos, as teorias e até mesmo como executar e, de contra-partida, o que se vê por aí não é lá muito, digamos, condizente com esse entendimento sobre o ambiente digital. 


Respeite o ambiente

Essa é a lição número um; respeite o ambiente e sua características. De uns anos pra cá, algumas plataformas de redes sociais sofreram – e vem sofrendo – mudanças na suas arquiteturas de informação, buscando usufruir de um  ambiente que seja possível criarmos mensagens contínuas e que conte uma histórias. 

Não precisamos ir muito longe, é só acompanhar o que vem acontecendo com o Facebook recentemente, onde eles vem implementando Stories em todas as suas plataformas.

Essa é a hora que você pensa “Nossa, mas ele copiou tudo do Snap”. Sim, o Facebook trouxe para dentro da rede dele algo que as pessoas querem usar. Simples.

Sem saudosismos, gente. Se você quer posicionar de maneira madura no mercado, como profissionais de Marketing Digital, eu não recomendo que você tenha essa visão saudosista e limitada sobre as redes sociais.

Vamos ter uma visão mais analítica sobre o mercado e não sobre a rede que nós usamos para nos relacionar com os nossos amigos. Não seja a pessoa que chamas o Mark de Tio. =D


Retenção é a palavra-chave da produção de conteúdo

Ninguém gosta de investir tempo em um conteúdo que não é consumido, certo? E, o problema é que trabalhar um conteúdo que retanha a atenção das pessoas, especialmente hoje em dia, não é tão simples quanto parece.

Existe uma metodologia chamada Brand Tensidy (ainda pretendo abordar sobre ela por aqui) que mede o nível de tensão da sua marca, e como essa tens

ao é responsável por criar expectativas e posicionar qualquer negócio no ambiente digital – e fora dele.

Marcas bem posicionadas no mercado e que sabem trabalhar conteúdo tendem sempre a ter um nível de tensão elevado.

O que isso significa esse “nível de tensão?” Uma maior identificação do seu público, ou do representante ideal do seu público (leia-se persona) sobre a proposta de valor projetada na mensagem que a empresa pretende transmitir para o seu público.

É um nível de maturidade que existe bastante compreensão sobre o posicionamento da marca e, principalmente, de entender o ambiente em que estamos inseridos, para podermos nos comunicar de maneira mais assertiva.

Como disse no vídeo: posicionamento de marca é mantra por aqui. Não tem como falar de construção de marca sem falar de posicionamento estratégico.

Voltando ao nível de tensão da marca, o que tenho percebido é que as marcas que detém um nível de tensão “elevando”, sempre usam o conteúdo de maneira diferenciada. Usam para contar histórias e envolver as pessoas nessas histórias. Tanto as pessoas que fazem parte da história da marca, quanto o consumidor. Aliás, principalmente as pessoas que fazem parte da história da marca.

Por isso eu sempre falo sobre a importância de se definir com maturidade, e investir o tempo que for necessário em uma bom planejamento de conteúdo, em uma boa linha editorial. Precisamos ir além das datas comemorativas.

Precisamos investir em narrativas que envolvam.

Todo mundo gosta de boas histórias

Para finalizar o conteúdo, e complementando o tópico acima, vou usar de um clichê que todo mundo diz por aí, mas que é pouco praticado: todo mundo gosta de boas histórias.

Bom, o problema é que para termos boas histórias, precisamos de narradores que compreendam quem é o leitor. Trazendo pro nosso contexto: quem são as personas que se identificam com a nossa proposta de conteúdo e, mais importante ainda, se essa proposta não está apenas contando uma histórias românticas, se elas estão desalinhados com os objetivos de negócios e expectativa do seu cliente.

Sim, por fim, se a sua história é boa, mas as pessoas não lembram o nome do personagem principal, não adiantou muito todo o tempo investindo em produzir.

Eu vou ficando por aqui.
Até o próximo conteúdo. 🙂

COMMENTS

WORDPRESS: 0
DISQUS: 0