Marketing de Conteúdo: estratégia e contexto sem preconceito
Marketing de Conteúdo: estratégia e contexto sem preconceito

Marketing de Conteúdo: estratégia e contexto sem preconceito

Marketing de Conteúdo: o seu preconceito pode prejudicar a assertividade das suas estratégias. Para uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo se con...

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Marketing de Conteúdo: o seu preconceito pode prejudicar a assertividade das suas estratégias.

Para uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo se consolidar, a primeira reflexão que eu traria para você por aqui é: ela não vai se consolidar.

Não existe uma receita de bolo que vá te colocar no trilho e pronto, agora é só seguir em frente.

O profissional envolvido com Marketing de conteúdo precisa ter em mente que ele vai precisar entender, antes de métricas e todos os termos legais que o mercado disponibiliza para nós; de pessoas.

O profissional que não entende de comportamento, provavelmente  terá certa limitação na hora de produzir uma linha editorial madura e que traga resultados para o negócio. Assista o vídeo e, se tiver um tempinho, leia o texto complementar.

O trabalho de campo e imersão no universo da audiência

O profissional que trabalha com estratégia de conteúdo e não faz um trabalho de campo, provavelmente ficará limitado a termos e fórmulas mágicas para se ter “conteúdos que convertem” em guias definitivos.

Mas, calma, não estou dizendo que você precisa ignorar as técnicas de produção de  conteúdo, de maneira alguma.

As técnicas são importantes para que você consiga visualizar o nível de operação que será feito dentro do projeto digital, precificar e analisar o que melhor vai te atender dentro do escopo da comunicação como um todo.

O que eu gostaria de alertá-los, caso você tenha interesse ou já seja um profissional que lida com a produção estratégia de conteúdo para marcas, é que o trabalho de campo e a imersão no universo da persona é uma das partes mais enriquecedoras no processo de planejamento de conteúdo.

Não quero entrar em detalhes sobre personas nesse conteúdo e nem nos tipo de personas existentes. Vamos levar em consideração que estamos no início no planejamento de conteúdo.


Resumindo: quando ainda não existem dados que nos direcionem para tal construção.

Qual seria o primeiro passo, na minha opinião?

A imersão temporária no universo do público que converse com o posicionamento da marca em questão. Consumir o conteúdo que o possível público alvo consumiria. Algo que diga um pouco mais sobre o estilo de vida que aquela pessoa segue.

Marketing de Conteúdo, funk da novinha e sertanejo da traição

Desprender-se de preconceito. No vídeo eu explico um pouco melhor sobre como o preconceito pode prejudicar o profissional de planejamento na construção de estratégias mais assertivas.

O motivo?

É complicado construir uma audiência, e se comunicar com ela, se você não conhece o tom de voz da narrativa.

No Marketing de Conteúdo o tal do contexto é muito falado, mas pouco aplicado. O que nós vemos por aí, muitas vezes, são linhas editoriais engessadas em pensar nos indicadores antes da conversa.

E, novamente, se estamos falando de conversa, precisamos entender mais sobre o comportamento de determinada comunidade ou grupo de pessoas, para conseguirmos identificar a linguagem mais correta e que converse diretamente com essas pessoas.

Como? Não tendo preconceitos. Nem com o Funk da Novinha, nem com o Sertanejo da traição.

Você não precisa gostar, mas precisa, sim, desprender-se de preconceito e realizar uma imersão sobre o contexto antes de partir para o desenho estratégico da conversa com a sua audiência.

E, claro, com o tempo e munido de informação e dados, você terá maior liberdade de mudar a direção, tanto da narrativa quanto do contexto.

Mas, uma coisa é fato, se você de prender no seu mundinho, será difícil ter essa compreensão.


Discutir sobre Marketing de Conteúdo será sempre assim, um assunto que sempre dividirá opiniões e, como dito no início do texto, não tem como seguir uma única direção.

Essa é uma visão bastante pessoal e que eu acredito ser o melhor caminho para a construção de marca no ambiente digital, usando conteúdo.

Nós não temos o direito de escolher o que as pessoas gostam. No entanto, como profissionais de comunicação, é obrigação nossa entender bem com quem estamos conversando e, claro, que esse “entendimento” esteja alinhado com a visão de negócios da empresa.

Se você leu até aqui, muito obrigado pela atenção e até o próximo conteúdo.

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