Marketing de Conteúdo: A influência do cotidiano nas estratégias de conteúdo

Marketing de Conteúdo: A influência do cotidiano nas estratégias de conteúdo

No JobCast de hoje o tema, digamos, especial, é uma sugestão da Fernanda Silveste. Publiquei uma “enquete” no meu perfil pessoal no Facebook e, entre

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No JobCast de hoje o tema, digamos, especial, é uma sugestão da Fernanda Silveste. Publiquei uma “enquete” no meu perfil pessoal no Facebook e, entre as 3 opções disponíveis, uma delas era gravar um vídeo sobre “Influência do Cotidiano nas estratégias de Marketing de Conteúdo.” E hoje, graças a nossa amiga Fernanda, vamos abordar um assunto de extrema importância e pouco discutido. Confiram no vídeo abaixo, um pouco da minha opinião sobre o assunto.

 



Muito se fala em marcas que sabem contar boas histórias, e na importância das estratégias baseadas no Storytelling, mas pouco se vê sendo aplicado.

Entendo que, mesmo parecendo algo simples, muitas vezes o ”contar histórias” é abordado de maneira mecânica e quase sempre tende a caminhar para uma mesma linha editorial no conteúdo: contar como a empresa surgiu e quem faz parte desse caminho. O que com certeza também é um excelente caminho para se iniciar uma estratégia de conteúdo baseado no Storytelling. Só que apenas isso, não basta.

Com um pouco mais de criatividade e pesquisa, podemos ir além. Devemos ir além. Afinal de contas, é exatamente este “ir além” que vai te diferenciar no mercado de produção de conteúdo.

Não existe receita de bolo quando se trabalha com Marketing de Conteúdo

Marketing de Conteúdo é algo novo e, enquanto o objetivo for produção de conteúdo como forma de contribuição para a rede, sempre será algo novo. E isso vale também para marcas. Aliás, cada vez mais as marcas precisam provar que estão dispostas a contribuir e ajudar os consumidores. O tal do mantra que você já deve ter escutado por aí sobre “marcas precisam gerar conteúdo relevante e de valor”.

E qual a melhor maneira de fazer isso? Produzindo conteúdo.

Enquanto o conteúdo for responsável por estabelecer conversas entre pessoas, será algo novo. As pessoas mudam. Não dá pra simplesmente apostar todas as estratégias de conteúdo em um funil e pronto. É preciso, repito, ir além como profissional.

Dividamos as pessoas em grupos sociais para facilitar. Esses grupo podem até ter um cotidianos parecidos, mas, nem por isso, deve-se ignorar o fato de que cada um reage de uma maneira diferente e consome, mesmo que em comunidade, o que melhor transmitirá a sua imagem ideal para o próximo. E o cotidiano de cada um é parte disso, dessa construção de imagem baseada na influência que o posicionamento das marcas nos impõem.

E, a menos que você more em um mosteiro no Tibet, não adianta dizer que você não é influenciado pelas marcas no seu cotidiano, porque, sim, você é. Bom, eu creio que até monges hoje em dia são passíveis de influência de alguma marca e posicionamento.

Prossigamos com o raciocínio sobre o cotidiano e o marketing de conteúdo…


O Marketing de Conteúdo, as Personas e o Cotidiano


A regra número 1 para quem trabalha com Marketing de Conteúdo, é: defina bem sua persona. Mas, cá pra nós, se você trabalha com Marketing de Conteúdo, entender e saber definir personas deixou de ser diferencial há muito tempo: é obrigação. Desconfie o profissional de conteúdo que não dá importância para as personas. No entanto, que tal irmos um pouco além da criação das personas, explorando um pouco das atividades mais específicas e do cotidiano dessas personas no mundo real?

E esse, creio eu, é o ponto chave na criação de estratégias de marketing de conteúdo: ir além das persona, executando uma análise mais criteriosa e criativa sobre o cotidiano de quem receberá o seu conteúdo. No vídeo eu sugiro um exercício que você mesmo pode fazer para exemplificar melhor como isso pode ser útil se trabalhado de maneira estratégia junto ao seu calendário e planejamento editorial.

A ligação do Marketing, do conteúdo e do cotidiano


Para finalizar o texto, gostaria de dizer que a única certeza que nós podemos ter sobre produção de conteúdo, é que o Marketing de Conteúdo estará sempre linkado com o nosso cotidiano. Com o cotidiano do nosso público… Bom, pelo menos deveria ser assim. Até compreendo que, na prática, a gente nem sempre tem autonomia suficiente para aplicar as teorias como deveriam ser aplicadas.  

Quando estamos falando de Marketing de Conteúdo, por mais que o assunto pareça algo que muitos dominam, a verdade, quase sempre, se mostra contrária: o que se faz hoje em dia, e isso não é culpa nem do profissional e nem muito menos do cliente, é que existe uma dificuldade na compreensão dos objetivos de cada ambiente e, muitas vezes o que acontece é uma adaptação prática da linguagem que foi estabelecida na comunicação da mídia de massa para o ambiente digital, em busca de retorno imediato, visando apenas o ROI. 

ROI é importante, CLARO. No entanto, quem quer só vender, acaba não vendendo. 


Se você leu até aqui, muito obrigado pela sua audiência e até o próximo conteúdo.

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