Facebook Marketing: ninguém gosta da sua marca

Facebook Marketing: ninguém gosta da sua marca

Calma! Eu juro que vou explicar - ou pelo menos tentar explicar - porque usei esse titulozinho barato e sensacionalista. Prometo, foi um clickbait ho

Geração de Leads vs. Gestão de Leads
3 dicas para promover uma marca em mídias sociais
Como organizar a sua agenda de blogueiro

Calma! Eu juro que vou explicar – ou pelo menos tentar explicar – porque usei esse titulozinho barato e sensacionalista.

Prometo, foi um clickbait honesto

Quem acompanha o JobCast, o humilde programa de videocasts do blog que você está lendo, sabe que eu já disse em alguns vídeos sobre Facebook Marketing, que ninguém gosta da sua marca até que você prove o contrário.

Antes de entramos de fato no assunto sobre percepção de marca usando de  estratégias de Facebook Marketing, quando você ou sua empresa resolvem atuar por lá, eu gostaria de pontuar algo simples, porém, de extrema importância: as regras do ambiente.

Sempre leve em consideração, quando estiver produzindo conteúdo para internet; seja um conteúdo especificamente para Facebook, ou qualquer outra rede social, que você está inserido em um ambiente social e, assim como no mundo real, o diálogo é o carro chefe responsável pela construção da sua imagem. Do posicionamento perante a sociedade.

Entenda e respeite o ambiente

Não é porque colocaram a palavra Marketing, na frente de Facebook, que você deve, necessariamente, achar que existe um modelo pré-definido de atuação para tudo. Priorizar a ferramenta pode ser a melhor maneira para que a sua empresa esteja perdendo grandes chances de construir uma história duradoura por meio da produção de conteúdo.  

Facebook Marketing é fundamental, mas…

Facebook Marketing

Não ignore o fato de que você precisa, sim, se especializar nos recursos e nas estratégias de atuação que a plataforma disponibiliza. Não só no Facebook, mas nas outras inúmeras redes sociais que o mercado dispõe.

Estudar o ferramental é de extrema importância para obter sucesso e retorno de investimento, quando o assunto é comunicação nas redes sociais.

O grande problema, na minha opinião, é a facilidade com que tudo vira um modelo engessado na mão de alguns (muitos) profissionais que só querem se aproveitar do momento, criando termos e mais termos sobre produção de conteúdo nas redes sociais, e esquecem do mais importante: ensinar a pensar na construção e na direção de uma estratégia de atuação que faça sentido e tenha contexto com o diálogo produzido no decorrer das atualizações planejadas na sua proposta de conteúdo.

 

Ações de produção de conteúdo x expectativa de consumo

Online community background

Depois que você terminar de ler esse post, dá uma passada no seu Facebook e perceba o porquê eu disse que ninguém gosta da sua marca; a maioria das empresas está simplesmente seguindo um padrão engessado em busca de atenção, mesmo sem saber ao certo a proposta de valor inserida em cada uma das atualizações feitas.

Distribuição x linha do tempo

É uma busca diária e incessante por uma atenção vazia e muitas vezes sem contexto narrativo envolvente.

Faça um exercício: entre na página de alguma empresa e veja se existe conexão entre um conteúdo e outro, ou se todos eles estão simplesmente sendo distribuídos para que se gere uma conversa aleatória com o público.

São poucas, e eu conto nos dedos, empresas que conseguem visualizar e realmente sair um pouco da “mentalidade blocada” de se produzir o conteúdo, seguindo o fluxo. Eu sei, é uma assunto complexo e que envolvem muitos outros “ativos” responsáveis.

Então, amigo, por isso eu repito: até que você consiga provar o contrário, você precisa entender que isso é uma realidade, as pessoas não vão querer o conteúdo da sua marca invadindo a página delas.

Mentalidade e direcionamento estratégico

facebook-marketing-digital-brain

Para concluir o meu raciocínio sobre tudo que disse nos parágrafos acima, gostaria deixar claro aqui, que a minha ideia não é dizer que todo conteúdo precisa contar uma história e que todo conteúdo precisa ser “romântico” e extremamente conceitual.

O profissional ou equipe por trás da atuação é que precisa valorizar o contexto da narrativa para poder aplicá-la da maneira mais pertinente e envolvente possível, em busca de um resultado que, obviamente (assim esperamos), fora planejado.

A ideia deste conteúdo é fazer com que você entenda que o direcionamento estratégico não pode ser pautado por recursos operacionais.

O direcionamento estratégico eficaz de uma ação de comunicação nas redes sociais deve ser fruto de um trabalho de mentalidade de quem planeja e produz a mensagem, e não ao contrário.

Uma mentalidade “lapidada” vai te fazer entender, por exemplo,  que até aquele conteúdo que você julga “porcaria” pode ser de extremo valor, desde que você consiga mensurar o retorno que aquela narrativa vai te entregar no final do trabalho, naquele relatório cheio de gráficos e números que, só foram possíveis de serem gerados por meio de uma ação movida por uma emoção de uma pessoa. 😉

Até o próximo post, obrigado pela sua atenção e vamos conversar mais sobre produção de conteúdo?.

COMMENTS

WORDPRESS: 1
  • comment-avatar
    aziza 3 anos

    Só li verdades, e o que mais ando vendo por ai são modelos engessados, daí o que era para ser envolvente acaba sendo mecânico, sem vida…

  • DISQUS: