LinkedIn: cuidado com a recolocação desesperada

LinkedIn: cuidado com a recolocação desesperada

Esse tal de 2016 foi um ano realmente complicado para muitos profissionais, independente do segmento de atuação. Foi nítido na rede social Linked

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Esse tal de 2016 foi um ano realmente complicado para muitos profissionais, independente do segmento de atuação.

Foi nítido na rede social LinkedIn, a quantidade de pessoas em busca de recolocação no mercado. O assunto é bastante delicado, e o que eu disse no vídeo, e vou redigir por aqui nos próximos parágrafos está longe de ser verdade absoluta. É apenas a minha opinião sobre comportamento na rede social LinkedIn.

Abordei muito pouco o Linkedin por aqui, no entanto, este ano será um ano em que abordarei mais vezes o tema.

O desespero das suas publicações no LinkedIn pode passar insegurança

Que a rede social LinkedIn é uma ferramenta extremamente relevante quando o assunto é networking profissional, nós já estamos saturados de saber. No entanto, será que as pessoas estão sabendo se comportar de maneira adequada por lá?

Resolvi abordar esse assunto logo no primeiro JobCast do ano, devido a um comportamento que vem se tornando cada vez mais comum entre alguns usuários das minhas conexões: o desespero na atuação da rede, solicitando compartilhamentos de fotos de perfil, as reclamações em excesso sobre a falta de oportunidade e, o mais grave de todos, e não citado no vídeo, propositalmente, o envio de currículos invasivos sem, ao menos, uma breve apresentação ou boas vindas.

O relacionamento precisa ser estratégico, sim, não forçado.

Por ser uma rede estritamente profissional, muitas vezes eu acabo adicionando pessoas que não conheço pessoalmente ou que tenho pouco contato.  Não vejo problema algum nisso. Já tive, inclusive, a possibilidade de conhecer e estreitar os laços com novas parcerias através de contatos estabelecidos por lá, com, até então, desconhecidos. Boas parcerias, por sinal.

O fato é que estamos ali para falar de negócios, ponto. Estamos no Linkedin para fazer networking profissional, apresentar ideias, produzir conteúdo sobre determinado nicho de atuação, interagir e conhecer novos profissionais para, quem sabe um belo dia, fazer negócio, contratar bons profissionais ou arrumar uma boa vaga de emprego.

No entanto, visto essa minha “liberdade” concedida a aceitar profissionais que, não necessariamente fazem parte do meu círculo de amigos, acabo me deparando com alguns comportamentos inadequados, vindo de pessoas que eu não tenho a liberdade de alertá-los sobre uma maneira mais pertinente e sutil de se posicionar na plataforma Linkedin, quando o assunto é recolocação no mercado. Por isso resolvi produzir este conteúdo.

Antes de continuar, repito o que eu disse no vídeo e no início do texto: não acho que seja um comportamento errado. Apenas acho inadequado e arriscado.

Quando você mostra desespero, por mais que em muitos casos, seja realmente desesperador ficar sem emprego, é preciso colocar a cabeça no lugar e refletir sobre como você está sendo visto.

A internet e as redes sociais já deixaram de ser terra de ninguém e sua personalidade é diariamente julgada. Pessoal e profissionalmente.

O pedido de recolocação desesperado

Será, realmente, que pedir por favor, para que as pessoas da sua rede compartilhem sua imagem pedindo oportunidade, não transpareceria um pouco de insegurança da sua parte?

Não sou um grande homem de negócios e fiz poucas contratações na minha trajetória empreendedora. Sou um aspirante a pequeno empresário que gosta de questionar sobre tudo, principalmente quando o assunto é comportamento. Aliás, questionar as nossas próprias atitudes no dia a dia é um excelente exercício para entendermos melhor qual o nosso verdadeiro propósito profissional.

No meu humilde ponto de vista, creio que uma contratação, para ser efetuada com maturidade – vinda de ambas as partes – precisa ser uma contratação em que profissional e empresa estejam em sinergia.

A empresa precisa entender que você é a pessoa certa e que vai agregar valor ao negócio, e não apenas visualizar em você uma pessoa que está desesperada. Infelizmente, esse comportamento desesperado também pode, inclusive, desvalorizar a sua remuneração.

Explore o LinkedIn de forma madura. Preencha com cuidado cada um dos seus campos. Se gosta de escrever, escreva sobre sua área de atuação. Comente em artigos de pessoas relevantes para o seu nicho expondo o seu ponto de vista.

E, por fim, e sem medir as palavras: não força a barra e confie no seu taco. 😉

Espero que as dicas tenham sido úteis. Se você leu até aqui, muito obrigado pela sua atenção e até o próximo JobCast!

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