AIDA: a desconstrução e adaptação moldada pela evolução do ambiente

AIDA: a desconstrução e adaptação moldada pela evolução do ambiente

Continuando nossos estudos, de agora em diante vamos analisar algumas das principais ferramentas de persuasão e mapeamento de compra do consumidor.

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O que é o AIDA no Marketing?


Seja bem vindo à série que estamos estudando o Livro Marketing 4.0, do Kotler.  

Depois de abordarmos uma introdução sobre Pontos de Contato e Jornada de Consumo, no episódio anterior, no episódio de hoje, entraremos em uma análise profunda sobre a evolução de algumas metodologias criadas para “mapear” o comportamento de consumo.

Nosso estudo será orientado e terá como base o AIDA, modelo criado por Elmo Lewis no final do século XIX.

A nível de curiosidade, o modelo AIDA apareceu pela primeira vez quando Strong, em meados dos anos de 1920, citou ele no livro Theories of Selling, tendo a primeira associação, e validação junto ao funil de vendas, feita na obra Bond Salesmanship, de Willian Towsend.

Bastante conhecido por profissionais de Marketing, o AIDA foi um dos primeiros modelos de estudo que começa a estudar os principais fatores persuasivos de uma peça ou campanha publicitária.

Caso você não conheça o significado da sigla AIDA:

A: Atenção

I: Interesse

D: Desejo

A: Ação

Simples, certo? Bastante.

No entanto, com a acelerada evolução dos meios de comunicação e novas propostas de ambiente e canais de distribuição, o AIDA já se sustenta mais.

As pessoas mudaram a sua forma de consumir conteúdo e isso impactou diretamente no modelo de análise.

Ao inserirmos o ambiente online no contexto da comunicação de marca, os nossos desafios se multiplicaram.

Ao nos depararmos com um contexto digital, com novas plataformas, com redes de conexões digitais que são plenos organismos vivos, definitivamente uma estrutura tão simplificada como o AIDA já não se faz mais eficaz.

O AIDA não morreu, foi desconstruído por Derek Rucker e, a partir dessa desconstrução, surgiu-se o modelo 4A. Bom, que também durou pouco, ganhando mais um A na estrutura, transformando-se no modelo que vamos estudar, e muito, nos próximos capítulos.

 

Os 4As do Marketing e a era da Pré-Conectividade  

 

Abordando de maneira bem resumida, os 4A iniciais foram criamos com o objetivo de mapear a jornada  do consumo das pessoas tendo em mente 4 fases de comportamento: assimilação, atitude, ação e nova ação.

Cada uma das fases está muito bem explicada no vídeo.


Os 5As do Marketing e a era da Conectividade  

 

Pautadas na suposta “era da pré-conectividade”, os 4 As foram precisaram ser substituídos. Ou melhor, foi necessário uma revisão implementativa moldada pela evolução do próprio ambiente, fazendo com que a ferramenta ganhassem um novo á, e uma leve mudança na maneira de mapear o comportamento.

Bom, leve apenas na estrutura geral, pois as possibilidades da ferramenta 5A são incríveis.

Na nova estrutura, a ferramenta manteve apenas a fase de Assimilação (A1) e a fase de Ação (A4), ganhando novos As, como o A2, que substitui a “Atitude” pela Atração, junto com a fase de Arguição (A3) e o A5, de Apologia.

Bom, creio que possa ter gerado certa confusão, assim, lendo as fases.

Para entender melhor cada uma das fases e onde cada umas delas pode nos ajudar nas nossas estratégias de mapeamento de consumo, recomendo que assista a aula do vídeo.

No próximo texto, continuaremos falando sobre a metodologia 5A.

Obrigado pela sua atenção e até o próximo conteúdo.

 

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